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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2006
CÂMARA MUNICIPAL, CARRIS E METRO. UFF!
A Câmara Municipal de Lisboa, a Carris e o Metro A CML, para cuja vitória contribui com o meu voto – facto do qual jamais me penitenciarei... – é uma grande m..açada! Custa-me mesmo acreditar que haja alguém a dirigir o meu bem-amado município! Excluindo alguns eventos – uns maus, outros assim assim, outros, raíssimos, bons – que fazem dela notícia, a Câmara parece não ter olhos para o que se passa em Lisboa e projecta nela acessos de loucura que carecem de muita reflexão para serem compreendidos. Os cidadãos motorizados queixam-se - embora sem nunca desistirem da utilização do automóvel...- de um variado leque de problemas: má distribuição do trânsito automóvel- apesar dos muitos “levantamentos” e “estudos” elaborados nas últimas décadas; problemas de parqueamento – apesar dos vários parques criados nos últimos anos ; semáforos que, em muitos casos, não têm em conta os sentidos de maior afluência e criam engarrafamentos monstruosos; estacionamentos (dos outros...) em segunda fila, prejudicando o fluir do trânsito; cargas e descargas de mercadorias e materiais que se processam a qualquer hora do dia em qualquer artéria, não respeitando sequer a legislação existente, etc... A distribuição do trânsito parece, de facto, fazer-se de forma deficiente. Nuns casos a morosidade dos sinais é de fazer perder a paciência a um santo, noutros a fluidez destina-se a conduzir-nos rapidamente a um daqueles monumentais engarrafamentos que marcam o nosso destino diariamente. E nada na duração dos semáforos muda, seja domingo ou “dia santo”! Nesses dias a paciência esgota-se perante a morosidade dos sinais numa cidade sem trânsito! (Isto não falando, porque não cabe aqui, do terror que são os sinais para peões. Todos nós, cegos ou não, temos que ser tão velozes como a Rosa Mota...era!) Pasma-se como em época de crise – pelo menos os “media” assim o anunciam e eu acredito...- há tanta gente com capacidade para alimentar o veículo! Especialmente se acreditarmos no “boato” de que uma considerável percentagem de automóveis nem sequer estão pagos! Parece óbvio - embora nada nesta vida seja tão “óbvio” como parece – que a Câmara poderia, se quisesse, reduzir o trânsito automóvel na cidade através das já muito batidas soluções apresentadas. Acontece, porém, que o imposto sobre combustíveis é uma das mais consideráveis fontes de receita do Estado – ou seja, de nós todos – e não há câmara que se atreva a matar a galinha dos ovos de ouro. E depois, enumerar os prejuízos provocados pelas combustão e congestão – em pessoas, edifícios e espaços verdes – e equiparar esses prejuízos com os lucros que advêm dos combustíveis daria imenso trabalho e acabaria gerando um daqueles terramotos pelos quais políticos e “media”das várias e temporais oposições estão sempre suspirando. As mentes, obcecadas com o evento, deter-se-iam sobre tamanho arrojo e, durante o tempo – decerto limitado...- que durasse a medida só pensariam no quanto, individualmente, isso afectaria os seus interessses, ou aquilo que julgassem serem os seus interesses. E teriam aliados de força! Companhias de Seguros, instituições de crédito, petrolíferas e seus distribuidores, fabricantes, comerciantes e operários de pneus, peças,vidros, tintas, instrumentos de precisão, e mais uma série daqueles “pequenos” pormenores que constantemente se vão acrescentanto aos carros, para enraivecer e estimular a concorrência e manter vivo o marketing do sector unir-se-iam numa barreira intransponível. Não há Câmara que aguente! Daí esta inércia que, a prolongar-se, nos leva a prever o dia em que, numa qualquer hora, os carros estacionados se juntem aos carros em circulação e, num parque automóvel que não pára de crescer, se dê o cataclismo urbano que será a saturação do espaço! UFF! Absolvamos pois a CML, ela própria, provavelmente, aguardando ansiosamente esse dia. Os parques são uma maçada! Caríssimos! Quem é que aguenta pagar a prestação do carro, os impostos, a gasolina e, ainda por cima, o parque?! A Câmara poderá pensar – devemos dar-lhe o benefício da dúvida...- que quem não tem dinheiro não tem vícios, pensamento do mais anti-democrático que há já que, por esse andar, só os ricos teriam carro! E esses, na maioria dos casos, têm – tal como toda a escala de governantes por nós pagos...- motoristas, e não precisam de se preocupar com parqueamentos, problema burguês de classe média apelintrada. E há ainda aqueles indesejáveis “queixinhas” que andam de luneta assestada à procura do menor lapso ou desleixo eventualmente cometido por qualquer honesto cidadão em relação aoa parquimetros. E os carros da Polícia de Trânsito, que bloqueiam e rebocam cuidadosamente – não vão incomodar alguém “de cima” e acabarem sendo eles os incomodados – e nos sítios onde lhes dá mais jeito estacionar. Sim, porque eles também andam no meio do trânsito! Ás vezes apeiam-se´, aos pares, e, no meio de uma amena cavaqueira em ritmo de passeio, sacam dos blocos das multas e... aqui vai disto! Convém sempre deixar alguém a vigiar a polícia.... Claro que nada disto resolve, mas mostra a atenção dedicada à solução dos problemas. Ultimamente, até puseram um polícia sinaleiro, de capacete e luvas – espécie em vias de extinção – à porta de uma pastelaria na rua da Escola Politécnica, frente à Universidade Aberta. Não se percebe o que poderá estar ele a fazer ali e, atendendo à originalidade dos procedimentos do personagem – fala e ri-se sozinho, mete conversa com quem passa e faz sinais à toa a partir do passeio – dá para pensar se não estará ali por conta própria, a matar saudades, com a condescendência da hierarquia que apenas teria exigido que ele não se plantasse no meio da rua e muito menos no cruzamento. Carros em segunda fila são mato – a Av. Pedro Alvares Cabral, talvez devido à escola de condução, é um exemplo flagrante...- mas não há quem vigie. Há quem, malcriadamente, busine, mas isso só vem adensar o ambiente. O mesmo se passa com as cargas e descargas. Ninguém, do sector responsável, parece dar por nada ! Camiões, carrinhas, camionetas, gruas, cimenteiras e outros mobilizados de maior ou menor estatura, tudo pára quando e onde lhe apetece sem querer saber de legislações. Quem quiser que espere! Eles andam a trabalhar! Se não gostam falem com os sindicatos! (Que mêdo!). Ontem, às quartro horas da tarde, em plena Lapa, parava-se, pacientemente, junto a uma obra privada, atrás de dois monstros: uma grua e uma misturadora de cimento. Andados uns muito poucos quilómetros, a mesma cena à porta de uma obra na R. São Filipe Nery (ao Rato). Ambas ruas de sentido único e com estacionamento lateral. Nada a fazer senão esperar! Decerto não lhes deu jeito fazer aquelas distribuições de madrugada, quando a cidade dormia! E afinal se, no fim de um dia de trabalho, com as crianças impacientes a bulharem no banco de trás, chegarmos a casa uma horita mais tarde, que diferença faz? Não há “sindicato de cidadãos desejosos de chegar a casa” para acabar o trabalho que deixámos sobre o estirador ou, à espera, no computador! E quanto às crianças, eduquem-se para terem paciência já que no mundo em que vão viver bem vão precisar dela. Tá certo! Mas melhor que tudo - mesmo melhor que os passeios esburacados, com um monte de pedras ao lado à espera que alguém as coloque, e que traiçoeiras rampas escorregadias dos passeios descaídos devido à pressão de sucessivos estacionamentos e encerados com óleo dos carros (muita indemenização, por pernas e braços partidos, pagaria a Câmara se por cá fosse como nos EUs!) – é ver cinco funcionários, trabalhadores responsáveis pela abertura de uma qualquer das várias crateras que enfeitam as ruas de Lisboa, um malhando pausadamento com um martelo (ou qualquer outra ferramenta) e os outros quatro assistindo, enquanto conversam amenamente encostados a pás, enxadas, vassouras, ou seja o que for que lhes sustente os corpos. E, como a Câmara não tem fiscais – ainda gostava de saber para que serve a Polícia Municipal – e nós todos sempre vamos largando para lá algum dinheiro (mesmo contrariados...) todos se podem dar ao luxo de entrar em pausa, de fazer horas para o almoço ou para a hora de “largar”. E as obras arrastam-se, arrastam-se... Eu “ainda sou do tempo” em que as obras na via pública se faziam preferencialmente de noite, à luz de fortissímos holofotes. Mas isso era no tempo em que as verbas eram respeitadas e as pessoas que circulavam nas ruas também. Agora não há isso, mas há cultura! Cultura e animação! Já viram aquelas maravilhosas “iluminações” com que obscureceram, a verde e vermelho, o percurso do Principe Real à Baixa Pombalina? Se não viram vão até lá. Ver não vêm nada porque as ruas estão quase às escuras, como se iluminadas por fracas candeias a azeite. Mas ficam a saber! Até Camões, o nosso vate, se some sobre a brancura do pedestal, envolto numa escuridão avermelhada. Um susto! Quem se atreverá a passar à noite por aquelas ruas sem a companhia de um guarda-costas? Mas é “mais uma iniciativa do sector de animação (?) da CML”. Será para poupar na conta da electricidade? Se é, mais valera conservar o tom habitual. Era melhor para a vista... A CARRIS, entretanto, aproveitando esta permanente distracção em que andamos, acabou - entre comemorações festivas que envolveram bandas de música, uns cornichos embandeirados nos autocarros sobrantes e uma fé cabalística no número 7 – com uma série de carreiras e espaçou as que ficaram. Tudo para nos servir melhor, diga-se! Parece um contrasenso, quando nos pedem para nos servirmos mais dos transportes públicos e deixarmos o carro na garagem. Mas não é. Tudo faz parte do exercício da nossa paciência para o rol de sacrifícios anunciados. E, prontamente, o Metropitano colabora. Hoje houve greve! Coitados dos trabalhadores que compraram honestamente o passe e contam com ele para chegar ao local de trabalho! E dos estudantes! E dos doentes que vão ao médico!E dos patrões que ficaram com o trabalho por fazer... A greve, como sempre ordenada pelos sindicatos – que darão os secretários gerais dos ditos, com vencimentos garantidos, aos trabalhadores que por prejuízos da Empresa venham, eventualmente, a ser dispensados ??? – deve-se à perda de “direitos adquiridos”. Como se alguém, em consciência, possa reivindicar tal coisa no mundo actual! E é pelo menos imoral que, perante o indíce de desemprêgo que atinge as camadas mais jovens, na maioria dos casos com preparação académica – ainda que má...- haja o desplante de levar a cabo acções que prejudicam um contingente populacional muito superior ao atingido pelas tais medidas que justificam a greve. Onde pára a tal “democracia” do direito das maiorias? E deveres? Só existem os dos outros em relação a nós??? No entiendo... Os desempregados – os que querem trabalhar...- que, obviamente, não podem fazer greve, têm pelo menos direito à indignação. A indignação dos que não conseguem nada perante os que não querem prescindir de nada sejam quais forem as circunstâncias. Assim não vale! O transtorno que tudo isto causa não é sequer contabilizável! As pessoas chegam atrasadas aos locais de trabalho e de tal modo “stressadas” – é do inglês, mas usa-se muito! – que não rendem metade do que renderiam em circunstâncias de calmaria. Talvez isso ajude a explicar que os portuguêses sejam os que mais horas trabalham e menos produzem! Pudera! Chegam cansados ao trabalho e regressam a casa exaustos, sem pachorra para filhos, sogras, mulheres, maridos, ou seja lá quem for! O que lhes vale é o football – pelo amor de Deus esqueçam todas as “mescambilhas” clubisticas e não tirem aos portuguêses essa alegriazita! – e deliciarem-se com as notícias dos telejornais. As coisas horriveis que acontecem pelo mundo! Afinal isto por cá ainda é um paraíso!
publicado por petitprince às 15:18
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Domingo, 17 de Setembro de 2006
A FARTURA E A FOME
Apesar do calor, há na Cidade um ambiente de fim de Verão. É a “rentrée”! Talvez vivida num ambiente mais pelintra do que as anteriores, talvez exibindo um rol de preocupações que ensombram os vários futuros – o do mundo, o do País, o de cada um de nós –, todos eles de tal modo interligados que dificilmente conseguimos deslindar a meada em que se perdem as prospectivas. O mundo, que na mais tenra infância nos foi apresentado como um globo – “o globo terrestre” – tomou consciência do seu conteúdo formal e assumiu a sua vocação globalizante. E nós nele. Conformados aldeões da “aldeia global” com que McLhuan nos confrontou, celebramos e sofremos todos os acontecimentos que ora nos deslumbram – capacidade que, apesar dos esforços, a “aldeia” tem vindo a perder...-, ora nos assustam, desorientam e confundem. Sentimentos inúteis já que, apesar da tendência para a democratização global, tudo depende dos “regedores” e grande parte dos factos não passam de reposições de acontecimentos que se perderam no Tempo num número infindável de versões. E, como o tempo não para, recebemos tanta informação em “tempo real” que impossível se torna armazená-la nas nossas pobres cabeças. Conhecemos muito, sabemos pouco, e esquecemos quase tudo! Para que nem tudo se perca, e a recuperação se torne fácil, existem – felizmente! – o Google e outros motores de busca. De entre o muito que, subrepticiamente, o global e eficiente sistema de “marketing” que de nós se serve conseguiu uniformizar – tirando partido das tais tecnologias... – e que vai desde o paladar às formas de vestir e de falar, passando por tudo o que, consensualmente, se decidiu apelar de “criatividade” , destacam-se as “ideias”. Ideias que, como lhes cabe, englobam conceitos políticos, religiosos, éticos e estéticos, portadores de uma enorme complexidade para aqueles que não têm meios ou vontade que lhes permitam aperceberem-se da aura de determinismo que, pretensamente, envolve os ditos conceitos ou, simplesmente, renegam essa aura determinística. Mesmo os próprios “in”, não podem por vezes furtar-se a uma certa perplexidade quando se dão ao trabalho de reflectir sobre alguma infíma parcela das preocupações globais. No meio de guerras, furacões, pestes, revoluções, actos terroristas e ameaças que todos os dias e a todas a horas chegam ao nosso conhecimento, existem temas recorrentes que se vão insinuando e tomam conta dos nossos dias. Um deles é a obesidade! A obesidade é sem dúvida – analisando percentualmente o tratamento do tema em tudo quanto é comunicação social – uma das grandes preocupações da área já globalizada do globo. Raro é o diário ou semanário que não lhe dedica um espaço, e das bancas de jornais assaltam-nos dezenas de revistas, especializadas ou não no tema, que, em várias línguas, nos chamam a atenção para os horrores decorrentes da obesidade. As televisões entrevistam incansavelmente profissionais da saúde e da estética, nos ginásios multiplicam –se os aparelhos, as farmácias exibem nas montras e prateleiras uma variedade imensa de chás, cápsulas, xaropes e unguentos destinados a exterminar o flagelo. E mesmo agora, com a época balnear a chegar ao fim e grande parte do investimento laboratorial ainda por consumir, a obesidade surge assumindo um cariz mais sério: uma considerável percentagem de doenças resultam do excesso de peso o que, consequentemente, sobrecarrega os serviços de Saúde e faz com que o Estado se comece a interessar pelo nosso peso. É mesmo natural que os gordos sejam sujeitos a um imposto adicional. Uma parte considerável da “alegre” e sobrenutrida sociedade do “primeiro” mundo está a contas com o grave problema de um determinado tipo de fartura. Come demais e, ao que consta, “mal”. Come “pizzas”, “hamburgers”, fritos, folhados, e uma série de outros inocentes e globais petiscos que a empanturram em farinhas escorrendo gorduras, quando o que devia comer era produtos da horta, carnes e peixes grelhados, e evitar qualquer daquelas coisinhas açucaradas que nos adoçam os dias amargos. Até onde me lembro, sempre a humanidade foi constituida por gordos e magros. Havia o Gary Grant e o Charles Laughton, o duque de Windsor e o Aga Khan – para quem ser gordo era um dos sustentáculos das sua fortuna...- o Vasco Santana e o Ribeirinho, e uma série de mulheres rechonchudas que dividiam com as magras a admiração do sexo oposto. E havia, obviamente, os “dandys” e as “elegantes” para quem mostrar-se em forma era um modo de vida. Quanto ao comum dos mortais, poucos seriam os que se angustiavam com os quilitos a mais. E havia quem ultrapassasse os noventa (quilos e anos...) recamado de obesidades alimentadas de petiscos regionais mais ou menos requintados, conforme os lugares e as posses... Hoje, ser gordo é, mais do que alguma vez foi, um estigma social. Mesmo que se seja só um bocadinho gordo. O facto é que um limite foi ultrapassado o que, para “a sociedade”, é sintoma de um desleixo imperdoável. Enquanto isto, do outro lado do mundo há populações atormentadas e dizimadas pela FOME! O mesmo ecrã televisivo que nos alerta para os perigos dos excessos, mostra-nos no minuto seguinte gentes mirradas pela fome em vários lugares deste nosso incrível mundo! Gente que não tem hipóteses de publicitar as suas fomes porque, em muitos casos, nem sequer sabem que são “manchete” para os “media” dos países ricos, gente que, felizmente para nós, não tem acesso ao muito que se escreve e fala sobre esta enorme preocupação de fartura que nos assola! E aqueles de entre eles a quem chega notícia da existência deste mundo “gordo” tudo arriscam para minorar a fome deles aliviando-nos duma fartura que tanto nos prejudica. Entram-nos esfomeados pelas fronteiras dentro das quais guardamos ciosamente o que para eles é sobrevivência e para nós chega a ser suicidio. Crazy world!
publicado por petitprince às 17:31
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