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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
CONSOLAÇÃO

Desolador o panorama social com que, hora a hora, a incansável comunicação social se compraz em alimentar o mundo das nossas inquietações! E os servidores fazem-no magistralmente, como se nada daquilo lhes diga respeito, como se uma divindade que tudo sabe os tivesse enviado para esclarecerem as nossas adormecidas mentes.

E porque querem eles - ou ele, "o grande irmão"- que nós saibamos toda aquela sequência de pormenores? Não sabemos!

É como se nos comunicassem uma doença progressiva, sem esperança de cura, e fossem premiados por isso.

Na Antiguidade o mensageiros de más notícias eram severamente castigados como perturbadores da paz!

Como tudo mudou!

O número de pessoas do meu conhecimento que, tal como eu, foge dos noticiários e repudia os incansáveis "bate- papos" dos comentadores "imparciais" do costume, cresce todos os dias. E perguntam-se: por quanto venderão eles aquelas esforçadas diligências e abalizadas opiniões?

Tudo isto se justificaria se estivessemos a caminhar para eleições legislativas e nos quisessem alertar para eventuais perigos. Mas não! Ainda agora saímos delas!

Socrates, o mal amado - tal como, antes dele, o foram Durão, Guterres e Santana - goste-se ou não dele, há que admitir que tem uma "endurance" fora do vulgar! Como é possível continuar a trabalhar - mal ou bem, foram os eleitores que o lá puseram para isso...- debaixo de fogo cerrado e manter a serenidade e a capacidade de argumentação, verdadeira ou falsa, com que enfrenta tantos inimigos em tão diferentes frentes? 

Ninguém, nem mesmo Manuela Ferreira Leite -  que tem sido, também ela, um modelo de coragem, "voando" por cima das explícitas e nubladas traições dos que se serviram dela como interlúdio - se lhe compara!

Não sou simpatizante do PS - diria mesmo que, actualmente, de Partido algum - mas não posso deixar de admirar o personagem!

SE eu fosse Socrates demitia-me já amanhã alegando falta de condições políticas para governar!

 

Isto porque Socrates está a "fazer o frete" a grande parte do PS - desejosa de se ver livre dele mas sem alternativa que lhe garanta igual suporte eleitoral -, ao PSD que gostava de subir ao podium mas não sabe lá muito bem o que fazer "se" e "quando" lá chegar e, apesar das ameaças, quer tudo menos que este "bébé" cheio de enfermidades lhe caia nos braços; à "esquerda" - seja lá isso o que for...- que precisa dos sindicatos para sobreviver, e vive apenas para os satisfazer, sabendo embora que tudo o que eles exigem é PERFEITAMENTE INEXIQUÌVEL. E tudo isto, concomitantemente com um PR que se tem vindo a revelar um factor de constante instabilidade.

 

E NÓS???? Será que alguém pensa o que será de nós quando, devido a todas e tão grandes vigarices, verdadeiras e falsas, o País parar??

O grande empresário Mota  - que não precisa de isto para nada..- focou na entrevista de ontem um aspecto de extrema relevância que a comunicação social deixou cair:

" É preciso é que Governo e Oposição se entendam e decidam o que é que querem para o País".

Nós pomo-nos a mesma questão! 

Quando Oliveira Martins, no legítimo uso das suas competências, manda para o desemprêgo milhares de trabalhadores e os sindicatos não reagem - preocupados como estão em aumentar os salários dos que têm emprêgo sendo, ipso facto, explorados pelos empresários - que nos pode ditar a nossa Razão, confrontada com o que parece ser o nonsense absoluto?

 

Porém, uma coisa nos serve de consolação: na Oposição são todos honestos! Nunca mais se ouviu falar de "submarinos", nem de Dias Loureiro, nem de Arlindo, nem de altri que em tempos  encheram as páginas do jornais.

Agora, desta vez, sabemos finalmente em que "redil" está a desonestidade: está toda no Governo e em quem com ele tem ligações. Só por isto valeu a pena!

 É UMA CONSOLAÇÃO! 

sinto-me: CONSOLADO!
publicado por petitprince às 21:14
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
A JUSTIÇA SOCIAL DOS SINDICATOS

Os Sindicatos são dificeis de compreender! Não têm empregos nem dinheiro para oferecer, apenas, pensa-se, "justiça social".

Mas que tipo de justiça é aquela em que, numa sociedade onde o número dos desempregados, dos que nada ganham, cresce todos os dias, os Sindicatos vêm reclamar aumentos para os que têm emprego, ou seja, os privilegiados em relação aos que o não têm? Como é possível, e como é possível que tal discurso passe impunemente?

É óbvio que os Sindicatos, e os que deles vivem, vivem das quotas dos que trabalham e que não lhes convem que eles não ganhem que chegue para as pagar. Mas quando ficarem desempregados, caminho para que os conduzem alegremente, ainda será pior. Os belos e enriquecedores tempos de Torres Couto (em que ficou tudo aquilo???), tal como a disponibilidade para adquirir estatuto social estão em vias de extinção.

Os "trabalhadores" vão precisar dos empresários, os empresários vão precisar dos trabalhadores, e terão que se entender com ou sem Sindicatos.

 

O caso dos professores merece reflexão nacional isenta. De que necessitamos? De bons professores para os nossos filhos ou de professores realizados com a satisfação das suas reivindicações sindicais?

Os professores existem para os alunos e não o contrário! 

Não se procuram alunos para dar emprego a eventuais professores -  se é certo que muitos lá estão por vocação e espírito de serviço, muitos são os que foram para o Ensino porque não encontraram lugar noutra área...- , mas sim professores que preparem BEM os nossos filhos nas diversas áreas do saber e, "last but not the least", os preparem para serem pessoas de bem, daquelas de que a sociedade actual se mostra tão carente.

Os Sindicatos terão que se repensar. Ou terão que ser os sindicalizados, como parte que são da sociedade civil, a repensá-los. Assim é que não vamos a parte nenhuma!

 

sinto-me: PREOCUPADO
publicado por petitprince às 22:29
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