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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
INTERVENÇÕES

Mais uma vez a Assembleia da República comemorou, com a competente solenidade, o 25 de Abril. Lá estavam os personagens do costume: Os capitães de Abril, ex-Presidentes da Republica - Jorge Sampaio foi o grande ausente - ,deputados, personalidades de várias proveniências e demais espectadores.

É óbvio que todos aqueles que lutaram, muitas vezes com grandes riscos e sacrifícios, pela queda do anterior regime e pela Liberdade de que se sentiam privados, se devem sentir felizes por terem conseguido a realização dos seus objectivos e dado ao País o que consideram ser o supremo bem. Refiro, especialmente, os "capitães de Abril" que, para além da vitória, pouco terão ganho com isso, especialmente quando comparando com os muitos para quem estes trinta e seis anos de caminhada democrática foram generosos em prebendas, sinecuras e honrarias.

Quanto ao Povo, o expectável beneficiador do evento e de outros eventos que lhe foram associando, talvez  que nesta data tenha pouco para comemorar! Os tempos não são propícios!

Três ordens de discursos preencheram a sessão: os da Esquerda que parecem não ter compreendido que as propostas deles - por algum motivo que importaria averiguar...- não colhem do eleitorado suficiente confiança para que as possam por em prática. os do "arco da governação", os do Presidente da AR e do Presidente da República.

 

Quanto aos oradores dos pequenos partidos não creio haver nada a dizer. Foram iguais aos que os antecederam e aos que se lhe seguirão nos dias, meses e anos que´virão.

Também os do "arco da governação" não trouxeram novidades, nem era expectável que tal acontecesse. A revelação terá sido Aguiar Branco, uma figura simpática e promissora, que debitou, com um tom de voz que não o favorece, um discurso ao estilo de M. Ferreira Leite. É pena! 

 

Jaime Gama foi, como é seu costume, sóbrio no discurso e profundo nos conteúdos. Apelou ao realismo que a situação exige e advertiu para a consciência que desse facto devem os políticos ter no desenrolar do proximo acto eleitoral. 

 

Cavaco Silva, já em campanha eleitoral, foi surpreendente como sempre! Teceu merecidos louvoures ao Norte e, veladamente, a Rui Rio, mergulhou nas potencialidades maritimas de Portugal, mostrou cuidados com a tal "juventude rasca" que tanto o preocupava, lamentou os fracos progressos que, numa altura de tanta abundância internacional, o Governo tem proporcionado ao País. Tudo em subreptícias proposições que, na siuação, em nada contribuem para a necessária estabilidade.

 

Quem o ouve cuida que ele terá aterrado subitamente no lugar que ocupa vindo de um qualquer outro planeta.  A situação a que o País chegou nada tem a ver com ele! Mas tem! Tal como com todos os outros a quem confiámos o governo do NOSSO País. Pagámos para e por isso...

 

Recordemos:

 

- que fez Cavaco, em termos de Educação, pela tal "juventude rasca" ?

 

- como estava a nossa frota pesqueira quando terminou o mandato?

 

- quanto ganhavam à época os  gestores  das empresas? A que Partidos pertenciam? Quais os lucros gerados?

 

- como estávamos de pobreza? O Banco Alimentar contra a Fome abriu em 1992...apesar de não haver crise.  Curiosamente,  no mesmo ano em que foi concedido o alvará à 1ª Tv privada, a SIC que, diga-se, não perde oportunidade de mostrar a sua gratidão.

 

 

- que contributo - aparte Loureiros e Rendeiros e outros de quem não me ocorrem os nomes ou não temos notícia - deu para a moralização da Banca?

 

Mera curiosidade! Para avivar a nossa fraca memória... 

 

 

 

 

 

sinto-me: SURPRESO
publicado por petitprince às 13:18
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Domingo, 18 de Abril de 2010
O REGRESSO

 

Cavaco Silva levou o Presidente da Republica - entidade a que ele, Cavaco, se refere sempre com uma certa parcimónia - em viagem à Republica Checa. Ignora-se se tratou de uma "viagem de Estado" ou de um exercício de "magistério de influência".

Seja como for, levou com ele, além da Esposa, vários convidados, assessores , jornalistas e trinta e tal empresários e gestores.

Custa crer que tenha sido "viagem de Estado".   Além de ficarem todos alojados em hoteis, das cerimónias apenas nos chegou a imagem de um jantar, creio que na Camara de Praga, e de dois discursos em que o Presidente Checo zurzia a nossa situação financeira, atitude intolerável num anfitrião que acolhe o mais alto representante de um País amigo em visita de Estado ao seu País.

Cavaco, que jamais se atrapalha, compôs o seu melhor ar e lá respondeu conforme poude. Escusava de ter ouvido aquilo!

 

È perfeitamente compreensível que tenha causado estranheza ao Presidente Checo - contribuinte forçado para o deficit da Grécia e pouco interessado em novas contribuições - ver chegar tão ilustrada e  numerosa representação vinda de um País que, parafraseando um, injustamente esquecido, ex-governante, há muito que está "de tanga". E, quem sabe, talvez tenha tido dó do pobre povo português que, como é seu hábito, iria pagar generosamente viagens, hóteis e outras despesas de representação de todos , assessores, jornalistas e, "last but not the least", convidados. Isto partindo do princípio que os empresários terão acarreatado com as suas próprias despesas. 

 

Para cúmulo, o Céu não foi propício a Cavaco e muito   menos aos portugueses. O vulcão da Islândia apanhou-o no meio da função, impedindo-o a ele e ao séquito de regressarem conforme o previsto. Aí as despesas dispararam: houve que fretar automóveis,  mais  dormidas em Estrasburgo, mais automóveis para Barcelona e, por fim, fazer sair um falcon para ir buscar o Presidente...caso o espaço aéreo o permitisse. Um desnorte! Imagina-se o que isto não terá custado em medidas de segurança ao País de acolhimento...

 

Cavaco, mais uma vez, não se atrapalhou e foi aos microfones disponíveis auto-congratular-se pelo facto de  mesmo no meio de cinzas "nada o impedir de servir o País". Esquecido  de que quando partiu em serviço ainda não havia cinzas na atmosfera!E pensou, decerto, que "os portugueses"´, esquecidos como são, já não se lembravam.

 

Entretanto, pasme-se, o  Presidente  Checo - o tal dos discursos - foi de combóio para o enterro do Presidente polaco!

 

Ocorre-me uma pergunta: porque razão não se deixou Cavaco ficar mais uns dias em Praga aguardando que o céu desanuviasse? Que o fez correr?  Teria tido muito menos custos para o País - cuja pobreza tanto o preocupa - e não se daria mais pela falta dele do que se terá dado nos dias anteriores ou do que se dará quando ele partir em nova viagem a Angola. É muito "fausto" para a situação em que Portugal se encontra!

 

Seria,  talvez, interessante dar a conhecer com precisão os resultados práticos desta despendiosíssima viagem - seja ela oficial ou de "magistério   de influência". E,  já  agora, os custos. Apenas para avaliarmos frei Tomás...

 

sinto-me: INDIGNADO
publicado por petitprince às 20:06
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
CASCAIS

A comunicação social presta-nos por vezes inestimáveis serviços! Foi este o caso:

 

Nós e mais três casais amigos de longuissima data vinhamos combinando de há muito - para quando nos reformassemos - substituir as nossas residências de Lisboa por uns apartamentos em Cascais suficientemente proximos uns dos outros  para que pudessemos conviver de forma independente mas com o conforto e apoio que a amizade proporciona.

 

Por motivos relacionados com as nossas vidas familiares decidimos que, em vez de aguardarmos a reforma, seria conveniente comprar agora os apartamentos - embora mais pequenos do que o inicialmente pensado- para que as nossas famílias pudessem beneficiar já da aquisição.

 

Porém hoje, um dos nossos filhos, num jantar de convívio semanal, contou ter ouvido na Rádio do carro um vereador da Câmara de Cascais prognosticar um futuro nada agradável para a simpática e histórica Vila: redução das áreas das praias, má qualidade ambiental, necessidade de profundas alterações, etc.. Um desassossego!

 

Ficámos tristes! A ser verdade - pode bem dar-se o caso de ser uma "falácia" política... - quem vai investir ali perante tais perspectivas?

 

  

sinto-me: TRISTE
publicado por petitprince às 22:01
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