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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014
DO HOLOCAUSTO À EUTANÁSIA

Quando pensamos em "holocausto" vêm-nos de imediato à memória aquelas imagens horríveis que Eisenhower fez fotografar para que ficassem como imagem e testemunho dos horrores a que podia ser levado o poder selvagem. O conceito remonta à Antiguidade, embora referindo-se  à destruição pelo fogo visto não existirem câmaras de gás. Herodoto, nas suas Estórias, refere vários casos assaz arripiantes.

 

O retomar da prática em pleno século vinte é selvaticamente assustador pelo que tem merecido da parte do povo atingido, tal como por toda a comunidade humana, a maior repulsa e uma insistente rememorização.

Contudo não podemos ignorar que muitos outros holocaustos tiveram e estão tendo lugar sem que tenhamos tempo de fixar as notícias e imagens que nos chegam, devido à celeridade de reposição da informação.

 

Que dizer do que se passa hoje no Médio Oriente ou na R.C.Africana?

 

Só que não se trata do cometimento de acções rigorosamente planeadas e atribuidas a um rosto ou a um sistema, mas de selváticas acções religiosas ou contra-revolucionárias.

Curiosamente as pacíficas instituições saídas do rescaldo das duas grandes guerras do século passado não só se mostram impotentes para evitar tais barbaridades, como nem sequer parecem interessados em procurar os que alimentam os conflitos, quer através do fornecimento de armamento, quer através da infiltração de agentes promotores dos conflitos. 

Mais grave ainda, o facto de o mundo parecer estar a viver um holocausto a fogo lento que tende não só a acabar com uma civilização e os seus mais sagrados valores como com a sua população.

 

Como classificar um processo eliminatório que destrói padrões culturais através da disseminação de programas de entretenimento em que o terror, a sanguinolencia e as práticas sexuais mais grosseiras são temas de excelência? Não será isto um holocausto cultural?

Como consequência deste discreto e insidioso processo, os noticiários - que parecem ter a mesma origem dos programas de entretenimento - relatam-nos "novidades" tendentes a preparar-nos para aceitarmos de bom  grado a nossa própria destruição.

O "avanço" do momento é o alargamento da prática da eutanásia.

Que diferença existirá entre isto o "ideal" hitleriano de eliminar tudo o que não coubesse num determinado âmbito de raça perfeita?

 

Também a demografia europeia se resente com as diversas variantes redutivas da propagação da raça através de invenções que vão desde a invenção da pilula - não conheço o nome do inventor nem sei quem financiou o invento mas foi a bomba atómica das demografias - ; da generosa distribuição de perservativos; da aprovação e assemtimento do aborto; da legalização e defesa das práticas homosexuais - sempre existiram sem que para tal precisassem de consentimento...- que devido à pretensa recusa da petite difference não produzem natalidade: até à actual pretensão do alargamento da eutanásia a crianças consideradas deficientes ou em situação terminal. Custa crer que alguns pais venham alguma vez a usar tal facilitismo. Contudo, no mundo louco em que vivemos poucas coisas nos surpreenderão.

 

Surpreendentemente mesmo é esta anestesia diabolicamente servida através dos mais "inocentes" e apelativos meios - da televisão aos jogos computurizados, em que quem mais matar mais ganha - que vem conseguindo transformar-nos em autómatos, espectadores da extinção de uma civilização cristamente construida e em risco de extinção através da atração das arquiteturas financeiras do dinheiro, dos nossos desleixos, ingenuidades e cobardias que permitem que eternas vítimas assumam o papel de algozes com o benefício do nosso aplauso?

 

A continuar assim  que restará de nós como povo estabilizados na sua cultura, nas suas fronteiras e na sua história?

 

Que restará de nós como Pátria? Que restará da própria Europa como mãe que foi de toda uma civilização? 

publicado por petitprince às 19:46
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