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Sábado, 10 de Fevereiro de 2007
QUEM ESTARIA ALI ÀS DEZ SEMANAS???

Cada vida humana é, além de uma dádiva de tempo, um contributo para a Existência. É a oportunidade que a Natureza dá à Cultura de criar uma pessoa! 

Ao matar um individuo desconhecido – uma “vida humana” que ignoraremos para todo o sempre que “pessoa humana” viria a ser, estamos a cometer, ou a incentivar, um delito não só à escala da Vida,  como à escala bem mais restrita mas não menos importante, da comunidade humana.

Como a humanidade seria mais pobre se as mães dos grandes profetas, dos grandes homens que escancararam portas à Humanidade ou mesmo apenas abriram pequenas frestas de luz, os tivessem considerado algo descartável passível de se transformar em lixo! Passariamos, é certo, sem Salomão, sem Jesus, sem  Alah, sem Miguel Angelo, sem Galileu, sem Newton, sem Flemming, sem Kant, sem Wagner, Napoleão ou Marx. E não teriamos sequer dado pela sua falta porque ignorariamos para todo o sempre o papel que eventualmente lhes caberia se não lhes tivesse sido dada a oportunidade de serem “pessoas”. Porém, para o bem ou para o mal, eles nasceram e o mundo não voltou a ser o mesmo! Porque uns os seguiram e outros os combateram, porque o sonho deles foi motor do “perpétuo movimento” da Vida, motor daquilo a que chamamos “evolução social”  nos distintos campos que a animam.                               (

Jamais saberemos o que a Humanidade perde em cada aborto cometido! É um roubo que nos escapa!

 

publicado por petitprince às 22:28
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Domingo, 14 de Janeiro de 2007
A I.V.G. , vulgo ABORTO

A chamada “questão do aborto”- também falsamente apelidada de “interrupção voluntária da gravidez”,  caso em que a vontade não é do que morre mas do que mata e é o único caso conhecido de “interrupção” em que o processo interrompido jamais terá possibilidade de ser retomado...- não é uma questão do âmbito religioso, cientifico ou político como se pretende fazer crer. É uma questão que diz respeito à VIDA, conceito muito mais vasto e englobante, que não apenas abarca como ultrapassa os referidos domínios. A Vida é a essência da existência que, como tal, não é susceptível de “categorias”, como aventou o Dr. Oliveira e Silva. A “vida humana” é a chave do percurso que conduz à categoria de “pessoa” e não valeria a pena adjectivá-la de “humana”, porque não existe tal categoria em qualquer outra espécie.

Qualquer pessoa, minimamente sensível, sente uma certa relutância em amputar uma planta ou esmagar um insecto. Creio até que, no último caso, aquilo a que chamamos “repugnância” é acima de tudo uma chamada da consciência, que não encontra nas leis morais suporte justificativo que a impeça, mas sente estar a destruir vida. Muito me admira pois que ecologistas – tão sensíveis aos ninhos de cegonhas... - e outros batalhadores em prol do respeito pela vida animal, não se rebelem contra este atentado à Vida. Porque é disso que se trata!

Por motivos que a Ciência sabe justificar, nem todos os actos susceptíveis de concepção têm êxito. E isto passa-se, creio, em todas as espécies. Os que têm êxito, dão lugar a “individuos” que, embora idênticos, são diferentes não só  dos seus progenitores  como entre si, e seguirão percursos distintos cumprindo o seu lugar no sistema vivo em que se integram.

O caso dos humanos - dotados de inteligência, criatividade e razão – o “desfalque” atinge especial gravidade! Ao matar um individuo desconhecido – uma “vida humana” que ignoraremos para todo o sempre que “pessoa humana” viria a ser, estamos a cometer, ou a incentivar, um delito não só à escala da Vida,  como à escala bem mais restrita mas não menos importante, da comunidade humana.

Erich Maria Remarch, escritor e médico alemão exilado em Paris durante o nazismo,  dá-nos conta através do personagem autobiográfico de um dos seus livros – “O Arco de Triunfo”- da reflexão que lhe ocorre ao retirar um feto de dentro de uma judia engravidada por um nazi e que, por tal motivo, se recusava a ter aquele filho. Classifica ele, enquanto lança no balde “uma posta de carne ensanguentada”: “um pedaço de vida, alguém que gostaria de brincar em jardins, que seria um pecador ou um santo, um cientista ou um artista, um idiota ou um génio...” Jamais se saberia! Porque áquela “vida humana” fôra retirada a hipótese de vir a ser a “pessoa humana” que, potencialmente, era!

Como a humanidade seria mais pobre se as mães dos grandes profetas, dos grandes homens que escancararam portas à Humanidade ou mesmo apenas abriram pequenas frestas de luz, os tivessem considerado algo descartável passível de se transformar em lixo! Passariamos, é certo, sem Salomão, sem Jesus, sem  Alah, sem Miguel Angelo, sem Galileu, sem Newton, sem Flemming, sem Kant, sem Wagner, Napoleão ou Marx. E não teriamos sequer dado pela sua falta porque ignorariamos para todo o sempre o papel que eventualmente lhes caberia se não lhes tivesse sido dada a oportunidade de serem “pessoas”. Porém, para o bem ou para o mal, eles nasceram e o mundo não voltou a ser o mesmo! Porque uns os seguiram e outros os combateram, porque o sonho deles foi motor do “perpétuo movimento” da Vida, motor daquilo a que chamamos “evolução social”  nos distintos campos que a animam.                               (voltar s.f.f)

Jamais saberemos o que a Humanidade perde em cada aborto cometido! É um roubo que nos escapa!

Analisando o caso das potenciais mães que desistem de o ser, há que atender dois aspectos importantíssimos (para além do dever de gratidão que temos para com as nossas Mães...):

-         não há hoje criança maior de dez anos que não conheça o risco de ter relações com alguém do sexo oposto. Os “media” se têm encarregado de os instruir sobejamente, ao vivo e a cores

-         nunca criança alguma ficou por criar, embora exposta, como todos os seres, às multiplas contingências deste nosso mundo. Mas se para lhes fugir nos suicidassemos todos deitariamos fora o bébé com a água do banho...

Acontece que – fomentado sabe Deus por que interesses ou “revanche” – se está a dar lugar, especialmente na Europa, a um genocídio da raça branca, o mesmo não sucedendo com outras raças e etnias que, apesar de na maioria serem de países paupérrimos e viverem imigrados em países ditos “ricos”, arriscam sabiamente em numerosas proles. Eles acreditam que “tudo se cria” e sabem, por experiência vivida, que é com gente que se coloniza o mundo!

A raça branca é, por decisão própria de auto-destruição, uma espécie em vias de extinção. Tudo conspira para isso! Parece surpreendente que os que mais desejam filhos sejam os homosexuais! Mas terão que ter alguém que os faça, e esse alguém será sempre do sexo oposto, seja por inseminação ou por acolhimento.

E, já agora, ocorre-me uma peça teatral que vi algures, há tanto tempo que já não me ocorre o nome do autor. No primeiro acto, num ambiente de final da Segunda Guerra Mundial, um casal discutia se a gravidez da mulher devia ou não ir ávante, se, conhecendo os horrores da guerra e a dureza da vida, fazia sentido pôr uma criança no mundo. No segundo acto aparecia a “criança” – a quem afinal fôra dado o direito de viver -  trinta anos depois, relatando a um amigo uma vida que em tudo considerava merecer ser vivida e que em tudo era diferente do que, sem que ele o soubesse, os pais tinham prognosticado para ele. Felizmente que, tal como os nossos pais, tinham decidido pela Vida!



 

 

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