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Sábado, 16 de Abril de 2011
ACONTECE - portugalingovernavel

ACONTECE

Na folha de rosto de o semanário "O Diabo", em Outubro de 2003, lê-se:



"ASSALTO ÀS FINANÇAS - 240 milhões de contos a arder

1,2 mil milhões de euros é o valor aproximado das dívidas dos contribuintes da região de Lisboa ao Fisco que constavam do terminal informático roubado às Finanças. Com processos à beira da prescrição, grande parte daquele valor é praticamente incobrável."



A ministra - leia-se: Manuela Ferreira Leite - terá respondido "telegraficamente", mas "O Diabo" diz saber que os 1,2 milhões de euros em causa corresponderiam apenas a "mais ou menos metade da dívida total (aproximadamente 2,1 milhões de euros) do País ao Fisco. Mas estes números podem vir a subir. (...) Aliás, toda a receita fiscal se encontra em forte quebra e o "buraco" só não é maior porque o chamado "perdão fiscal" decretado em finais do ano passado (2002) por Manuela Ferreira Leite vigorou até 9 de Janeiro deste ano (2003) e muitas empresas esperam pelo último dia para saldar as suas dívidas". Roubo "por muitos considerado cirúrgico", de um terminal que "continha os nomes dos contribuintes da região de Lisboa que devem acima de 100 mil contos ao Fisco".



Comentários : (pg.9 do mesmo semanário)



J.César das Neves: "Parece ser claramente um fenómeno de encobrir fugas ao Fisco, o objectivo do roubo não deixa grandes dúvidas"



Sarsefield Cabral: "É lamentável num País onde a fuga fiscal é tão grande"



Saldanha Sanches: o roubo "é uma reacção à tentativa de desmantelar redes de corrupção interna que têm funcionado impunemente com a conivência de funcionários"



Os "responsáveis dos serviços" diziam que "a tendência dos crimes fiscais é para aumentar, face ao cenário de crise em que o País continua teimosamente mergulhado"



Isto em 2003 com Cavaco ao leme e Manuela Ferreira Leite nas Finanças... ACONTECE

ACONTECE - portugalingovernavel

publicado por petitprince às 19:27
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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010
UM PAÍS DE INCONSCIENTES

Portugal é a vergonha da Europa! Um País onde qualquer ignoto fantoche consegue ascender a uma posição de poder e a quem não só é permitido usá-lo como se de um treinador de football se tratasse e em vez do País, da Banca e do risco de não haver com que pagar ordenados e pensões se tratasse de um campeonato de golf ou football. E, pior do que tudo, andam-lhe à volta uma série de mediocres - quem é e o que já fez por Portugal aquela gente??? - que o incentivam de um modo mais do que repugnante.

 

Angelo Correia, o "sponsor" de Passos Coelho, o entertainer de serviço. é um personagem... Consul honorário da Jordania. tem o seu campo negocial nos países árabes. A Europa, e o que dela venha,  não será propriamente a maior preocupação dele.

 

 Mas, acima de tudo, pressente-se que por ali anda o dedo de Cavaco secundado pelos seus enviados que dizem, desdizem, criam a confusão e os tabus. Interrogado, Cavaco limita-se a dizer que "estão criadas as condições...para um orçamento melhor". Equivale a dizer: "Esperem mais um bocadinho, sofram, que com a minha supervisão de economista laureado que tanto fiz como primeiro-ministro, tudo se resolverá...talvez". Para a semana ele falará. Para dizer o quê??

 

A não-notícia da recandidatura - que, obviamente, conhecendo-se a coragem de Marcelo e o caracter de Cavaco só pode ter ventilada com o consentimento, ou mesmo a sugestão deste último - dada ao País por um comentador no meio de uma entrevista não seria possível em qualquer outro País.  Só aqui onde a mediocridade subiu ao podium e as ervas crescem à volta.

 

Comparando o procedimento dos políticos portugueses com os dos outros países forçados pelas circunstâncias a adoptar medidas drásticas semelhantes, só nos resta chorar. Mais pela má qualidade desta malta que parasita a política do que pelas terríveis privações que aí vêm. Nem a dignidade nos resta! 

 

Onde estava esta gente quando Portugal era um País decente? Onde fomos nós buscá-los??? 

 

Custa-me aceitar que, mais uma vez, venhamos a ter que recorrer ao FMI! Seria uma vergonha se tal existisse neste clima execrável que se vive em Portugal.

publicado por petitprince às 21:50
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010
OS MENSAGEIROS

O mundo não está feliz! Ensinaram-nos a depender de bens que, por serem de tão fácil aquisição, pareciam inesgotáveis e a esquecer que inesgotável é apenas aquilo que vive na grandeza da alma e na profundidade do espírito. 

 

Se alguma coisa de bom pode vir de esta "crise" - e a História ensina que as crises trazem sempre consigo um factor pedagógico - é a disponibilidade para nos virarmos para dentro de nós mesmos, para nos conhecermos melhor a nós e aos outros.  

 

Com fracos recursos e fortes preocupações, há que poupar as nossas atormentadas mentes. A melhor maneira de o fazer é evitar os noticiários televisivos e, especialmente, os jogos florais dos comentadores a soldo. Eles jamais nos trazem qualquer sõlução para os nossos problemas ou qualquer sugestão para o nosso bem-estar. Apenas falam, falam, falam. Dizem-se e desdizem-se ao sabor dos últimos "dados" ou "eventos", gerando a confusão indispensável à necessidade das suas esclarecedoras presenças.

 

FUJAM! Vão passear em jardins e parques, escutem música, frequentem bibliotecas, passeiem-se pela beira-rio, limpem as mentes com actividades gratuitas que as libertem para a função de PENSAR  por si próprias.

 

Acresce que, além de as notícias terem assumido a força de um caudal ameaçador, alguns mensageiros de tão nefastos  acontecimentos e previsões fazem do rosto a imagem da notícia.

Não é, felizmente, o caso de todos! Há rostos bonitos e expressões simpáticas que conseguem amenizar as mensagens. Mas outros são um susto!

 

É o caso dos noticiários da noite da SIC Notícias!

Mário Crespo aparece sempre com o seu característico ar de "missa de sétimo dia", um ar "pesamoso" que deixa desde logo antever o que tem em "store". 

Depois, quando finalmente ele se despede - com o mesmo ar sorumbático de quem não acredita no dia de amanhã - surge no ecrã o rosto de uma bonita  mulher que - sabe-se lá porquê- passou, a partir de uma certa altura, a compor um ar de uma seriedade tão ameaçadora que nos traz à ideia uma das famosas Parcas.

Pelo meio, enquanto não são chamados os comentadores residentes, surge, directamente da Bolsa de N.Y., um comentador de Economia a "dar a entender" que, na circunstância, talvez não fosse mau os accionistas da PT venderem... Com patriotas destes não há banqueiros nem administradores que nos valham!

 

Só mesmo Deus com os Seus Anjos nos poderá valer!

 

 

sinto-me: LIBERTO!
publicado por petitprince às 01:12
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
MARCELO, "O ADIADO"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A falar verdade nunca fui grande admirador de Marcelo. Considero-o inteligente mas, conheço vários mais inteligentes que ele que, vá lá saber-se porquê, nunca foram objecto de tanta publicidade.

Afinal, aparte ser um competentíssimo Professor de Direito e consultor de importantes instituições, a que se deve a popularidade de Marcelo??? 

Contudo, Marcelo tem sido beneficiário de um prolongado marketing político que ele, sempre hesitante em relação ao "timing" não tem sabido aproveitar. E, como todos os indecisos, quando se atreve, precipita-se. Como aconteceu aquando das eleições para a Câmara de Lisboa, em que se precipitou - dessa vez não em sentido metafórico mas de facto...- no Tejo.

Num político a questão do "timing", qualidade tão apreciada em Sá Carneiro, é importantíssima.

Acresce que, não lhe cabendo - de todo! - os epítetos com que, no dizer dela, os amigos de Mª F. Mónica o mimoseiam, dificilmente é considerado uma pessoa com quem se possa contar. Na tentativa de querer ser  imparcial sem quebrar vínculos, acaba sempre deixando cair alguém.

 

Hoje Marcelo veio reafirmar, mais uma vez, em relação a uma sua eventual candidatura à liderança do moribundo PSD, que "não, "sim" ou "talvez" .

Mais do mesmo, para não variar... E isto tendo como "nota de rodapé" que não queria de todo comprometer-se com mais altos cargos políticos mas se fosse imprescindível..."não". "sim" ou "talvez".

 

Se assim é, o que foi ele fazer à Madeira? Não ocupando nenhum cargo político, que foi ele oferecer? A sua solidariedade? Muitos ´poderiam ter ido dar entrevistas para o Funchal...

Terá ido como Conselheiro do Estado? Se sim, porquê ele? Porque o PSD quer segurar os entusiasmos de Jardim que, diga-se, não é segurável e, tendo sido PPD, estará tão farto do PSD como eu?

 

Marcelo já não é propriamente um jovem. O acumular de avanços e recuos não se compadece com as charlas que nos proporciona semanalmente ao estilo do Oráculo de Delphos.

E, Marcelo, apesar de se mostrar cada vez mais vivaz e azougado vai, inevitavelmente cansando.

AINDA há uma certa curiosidade em relação ao seu destino político....

sinto-me: EXPECTANTE
publicado por petitprince às 22:37
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
CONSOLAÇÃO

Desolador o panorama social com que, hora a hora, a incansável comunicação social se compraz em alimentar o mundo das nossas inquietações! E os servidores fazem-no magistralmente, como se nada daquilo lhes diga respeito, como se uma divindade que tudo sabe os tivesse enviado para esclarecerem as nossas adormecidas mentes.

E porque querem eles - ou ele, "o grande irmão"- que nós saibamos toda aquela sequência de pormenores? Não sabemos!

É como se nos comunicassem uma doença progressiva, sem esperança de cura, e fossem premiados por isso.

Na Antiguidade o mensageiros de más notícias eram severamente castigados como perturbadores da paz!

Como tudo mudou!

O número de pessoas do meu conhecimento que, tal como eu, foge dos noticiários e repudia os incansáveis "bate- papos" dos comentadores "imparciais" do costume, cresce todos os dias. E perguntam-se: por quanto venderão eles aquelas esforçadas diligências e abalizadas opiniões?

Tudo isto se justificaria se estivessemos a caminhar para eleições legislativas e nos quisessem alertar para eventuais perigos. Mas não! Ainda agora saímos delas!

Socrates, o mal amado - tal como, antes dele, o foram Durão, Guterres e Santana - goste-se ou não dele, há que admitir que tem uma "endurance" fora do vulgar! Como é possível continuar a trabalhar - mal ou bem, foram os eleitores que o lá puseram para isso...- debaixo de fogo cerrado e manter a serenidade e a capacidade de argumentação, verdadeira ou falsa, com que enfrenta tantos inimigos em tão diferentes frentes? 

Ninguém, nem mesmo Manuela Ferreira Leite -  que tem sido, também ela, um modelo de coragem, "voando" por cima das explícitas e nubladas traições dos que se serviram dela como interlúdio - se lhe compara!

Não sou simpatizante do PS - diria mesmo que, actualmente, de Partido algum - mas não posso deixar de admirar o personagem!

SE eu fosse Socrates demitia-me já amanhã alegando falta de condições políticas para governar!

 

Isto porque Socrates está a "fazer o frete" a grande parte do PS - desejosa de se ver livre dele mas sem alternativa que lhe garanta igual suporte eleitoral -, ao PSD que gostava de subir ao podium mas não sabe lá muito bem o que fazer "se" e "quando" lá chegar e, apesar das ameaças, quer tudo menos que este "bébé" cheio de enfermidades lhe caia nos braços; à "esquerda" - seja lá isso o que for...- que precisa dos sindicatos para sobreviver, e vive apenas para os satisfazer, sabendo embora que tudo o que eles exigem é PERFEITAMENTE INEXIQUÌVEL. E tudo isto, concomitantemente com um PR que se tem vindo a revelar um factor de constante instabilidade.

 

E NÓS???? Será que alguém pensa o que será de nós quando, devido a todas e tão grandes vigarices, verdadeiras e falsas, o País parar??

O grande empresário Mota  - que não precisa de isto para nada..- focou na entrevista de ontem um aspecto de extrema relevância que a comunicação social deixou cair:

" É preciso é que Governo e Oposição se entendam e decidam o que é que querem para o País".

Nós pomo-nos a mesma questão! 

Quando Oliveira Martins, no legítimo uso das suas competências, manda para o desemprêgo milhares de trabalhadores e os sindicatos não reagem - preocupados como estão em aumentar os salários dos que têm emprêgo sendo, ipso facto, explorados pelos empresários - que nos pode ditar a nossa Razão, confrontada com o que parece ser o nonsense absoluto?

 

Porém, uma coisa nos serve de consolação: na Oposição são todos honestos! Nunca mais se ouviu falar de "submarinos", nem de Dias Loureiro, nem de Arlindo, nem de altri que em tempos  encheram as páginas do jornais.

Agora, desta vez, sabemos finalmente em que "redil" está a desonestidade: está toda no Governo e em quem com ele tem ligações. Só por isto valeu a pena!

 É UMA CONSOLAÇÃO! 

sinto-me: CONSOLADO!
publicado por petitprince às 21:14
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Terça-feira, 22 de Maio de 2007
LISBOA MAL AMADA

A doença de Lisboa é, ao que ouvimos, amor de mais. Todos a amam! E todos, por amor, a querem! Só que, guindados a posições que lhes permitiriam exteriorizar o seu amor, esquecem-se rapidamente das promessas que tornaram bem sucedido o namoro e exibem um casamento desastroso.

Lisboa, que foi durante décadas a cidade mais limpa e bem cuidada da Europa, Lisboa, cuja história e "maravilhas" eram periodicamente enaltecidas em exposições, festejos e brilhantes recepções a dignitários estrangeiros, Lisboa, cujos parques, jardins e cintura florestal eram cuidadosamente preservados,  Lisboa cujo urbanismo, aprecie-se ou não, era cuidadosamente pensado, é hoje um objecto de ganâncias de toda a espécie: ganâncias de Poder, ganâncias de lucro fácil, ganâncias de efémeras glórias e instalados oportunismos.

Costumo, sempre que posso assistir a "Prós e Contras". Não gosto do nome do programa, não aprecio especialmente o modo como Fátima C.F. trata os convidados, mas admiro a honestidade com que ela prepara o programa e o conhecimento que mostra dos temas em análise.

Ontem, apesar de não ter assistido a todo o programa, registei algumas das "preocupações" exteriorizadas e fiquei a saber que:

 

- segundo Paulo Varela Gomes as pessoas não frequentam os museus porque o actual urbanismo não contem parqueamento automóvel em abundância junto aos mesmos! Fiquei admirado por três razões: almoço frequentemente ao domingo no museu de Arte Antiga e reparo que o restaurante e o jardim estão sempre cheios; tenho visitado os museus de todos os países onde me tenho deslocado e tenho-me servido sempre de transportes públicos ou taxis (conforme a capacidade financeira do momento); admira-me que alguém que "ame" Lisboa faça depender o gozo das suas ofertas do uso do automóvel que, como é sabido, é o maior inimigo das cidades 

 

- todos os intervenientes pareciam sofrer de uma espécie de autismo em relação à lastimosa situação financeira a que a CML chegou. Já não bastava ignorarem os gastos e endividamentos feitos pelo PS , endividamentos que permitem a João Soares gabar-se da obra feita, as admissões por compadrios políticos e de grupo que fizeram ascender os compromissos com pessoal a níveis incomportáveis, esquecer a alucinação do espécimen Sá Fernandes que, para além dos incómodos causados, fez resvalar a verba e a data da aberturao túnel do Marquês -que acabou à mesma por ser feito e já há muito quem se congratule com a obra - ainda há quem faça faraónicas propostas "a latere", como tudo estivesse pelo melhor no melhor dos mundos

 

E fiquei sem saber porque razão nada do que todos parecem saber que devia ter sido feito, nunca até agora foi feito!...

 

Em Lisboa, como em Portugal, nas últimas décadas tudo ficou por fazer. Apesar das 900 toneladas de ouro que Salazar - que nunca terá feito declarações de amor a Lisboa - deixou nos cofres do Banco de Portugal e das verbas  indescritíveis que a União Europeia  canalizou para cá durante todos estes anos.

 

Onde parará - em que bolsos, em que contas, em que bancos, em que "lavandarias"?? - esse tesouro malbaratado? Não sabemos! Ninguém sabe! Ninguém se importa!

 

Uma coisa é certa: Salazar não levou nada com ele...

 

Enquanto isso, Portugal preocupa-se com as ninharias com que a comunicação social o entretem: as opiniões de políticos "en attente" que se vão governando e mantendo viva a imagem com essas tarefas; os "casos" que os media trazem e mantêm à superfície e que só valem na medida em que são notícia - já não são os factos que fazem as notícias, mas as notícias que "fazem" os factos... -; os infortúnios criteriosamente escolhidos que, despudoradamente, se destacam de outros de igual densidade humana a que ninguém ligou nenhuma ; a ânsia desmedida de fazer cair qualquer tentativa de governação.

 

Desgraçado povo que, a continuar assim, nem a condescendência divina merecerá!   

publicado por petitprince às 16:42
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