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Sábado, 4 de Outubro de 2014
AS CRIANÇAS

Por vezes, quando não nos demos bem com o adulto glorioso que criámos ou moldaram em nós, regressamos - não à inocência da infância porque essa, por mais favorável que seja o clima que a envolva, vai-se perdendo na poluição do mundo - mas à indefesa simplicidade própria das crianças. Isso acontece quando sentimos que esgotámos as nossas capacidades de construir e destruir nos moldes em que sabiamos fazê-lo. Descobrimos que não era sabedoria mas um "savoir faire" que nos ia desimpedindo o caminho. Como quando autoritariamente se diz: "cheguem-se para os lados que vou passar" e logo uma clareira se abrisse à nossa frente.

Um dia, sem saber como, encontramo-nos entre os que abriam automaticamente as alas e reparamos que aquele caminho que se abria para nós não nos pertencia, que o que só esperávamos acontecesse após a nossa ida gloriosa deste mundo, se tinha antecipado sem aviso prévio - para sairmos airosamente... - e que já outros pisavam o "nosso" caminho que muitos se tinham acotovelado para desfrutar.

Aí a vida começa outra vez. Já sem a perdida inocência mas, até por isso, dispondo dos meios de lançar fora tudo o que de maldade, grosseria, astúcia e perversidade se colou ao nosso percurso como adultos. Já não nos julgamos. Apenas queremos recuperar ao limite a pureza perdida. Passa a ser essa a nossa ocupação. E nunca é fácil porque há uma bagagem que parecia estar coloda a nós como se fazendo parte do nosso corpo e sobrecarregando a nossa alma. Mas era apenas bagagem!

Meticulosamente, iniciamos o caminho para a verdadeira liberdade! A liberdade que muitas vezes nos foi impedida em crianças e que agora está ao nosso alcance e que, tal como as crianças, encaramos sem que o medo impeça a aventura. Porque os perigos que já não estão em nós continuam de nós conhecidos para nos alertar com repúdio.

O mundo, NINGUÉM, fará mais de nós o quer que seja! Estamos a aprender a viver! Como as crianças! 

publicado por petitprince às 01:24
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Terça-feira, 29 de Julho de 2014
DR. JEKYLL AND MR. HYDE

Não imagino quantas pessoas terão visto "Dr. Jekyll and Mr. Hyde", um filme classificado como um dos mais célebres filmes de terror de uma série que fez sucesso nos anos trinta do século passado e que incluiu filmes como "As Máscaras de Cera", entre outros do mesmo tipo.

O argumento era do escritor Robert L. Stevenson e versava sobre a dupla personalidade de um médico, o Dr. Jekyll, pessoa muito admirada pela sua inteligência e considerada pela sua bondade, que descobre uma droga capaz de lhe dar o poder e o atrevimento para fazer coisas que, não ultrapassando, obviamente, as capacidades humanas, o desinibe moralmente de qualquer obstáculo que limitasse a satisfação dos seus desejos ou o impedisse de qualquer procedimento que atentasse contra a dignidade ou a vida de quem quer que se pusesse no seu caminho.

Pelo meio de tudo isto há um "romance de amor" - se de amor se pode falar no meio de todo aquele enredo diabólico - em que ele, como Hyde, acaba por matar  rapariga objecto do seu amor, que só nesse derradeiro encontro se apercebe que Jekyll e Hyde eram uma e a mesma pessoa, a primeira encarnando o Bem, a segunda o Mal, que conflituam dentro da mesma pessoa, que nessa altura já tinha perdido o controlo da situação. O Mal sobrepõe-se e o doce e afável sorriso de Mr. Jekill e os seus estudados silêncios, somem-se sob o ira descontrolada e sanguinária de Hyde.

Trata-se de um filme horrível, magistralmente interpretado por Frederic March, um dos grandes actores da época que. contráriamente ao que se sabe sobre a vida dele, nada tinha que ver com este tipo de personagens de dupla personalidade, que encarnou  por diversas vezes e de que "Dr. Jekyl e Mr. Hyde" foi o expoente máxino, tendo-lhe mesmo valido um Oscar.

Stevenson, por seu lado, ficou mais conhecido, felizmente, pelos seus livros de viagens do que por esta obra. Tinha nascido numa família de extrema e exigente prática religiosa, tão extrema que o levou para longe da família e, contra a vontade dos pais que o queriam doutor em Leis, formou-se em Engenharia, casou com uma mulher dez anos mais velha, viajou pelo mundo e, por fim, também segundo o uso da época, morreu tuberculoso aos 44 anos.

Na mencionada obra, o testemunho sobre a coexisência do Bem e do Mal no interior do Homem surgiu, talvez pela primeira vez, como a diabólica capacidade de ser o próprio a testar as suas capacidades num e noutro campo, distinguindo-as claramente  e nunca as confundindo. Jekyl é o opositor de Hyde e, nessa luta cuidadosamente vivida e preparada por ele próprio no interior de si mesmo, inclusive na caracterização de cada umas das personagens em que se expõe, ele sabe que, seja qual for o lado em que se coloque será sempre ele o vencedor. Ou ganhará o Bem, Jekyll, ou vencerá Hyde. Por fim, saem ambos derrotados! O Bem não se cumpre, o Mal, exposto como mal, não tira dali qualquer vantagem. Concordemos que se trata de um final de difícil concepção...  Diria mesmo: tanta coisa para NADA!

 

publicado por petitprince às 18:00
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Domingo, 25 de Maio de 2014
LES LIAISONS DANGEREUSES

Escrever é um enorme risco! Não o escrever notícias, artigos ou romances. Escrever cartas! A literatura epistolar é não só extremamente pessoal como extremamente cúmplice. Do outro lado, perscrutando a intimidade de quem escreve, tanto pode estar o leitor eleito como um grupo de estudiosos prontos a encontrar intencionalidades ou analisar personalidades. Escrever tanto pode ser um acto de confiança como um acto de irresponsabilidade.

A maioria das pessoas prudentes, as que recusam assumir riscos - embora por vezes assumam riscos incomensuravelmente maiores em outros actos - não escrevem, ou fazem-no sem se denunciarem, através de códigos de escrita sem dono e sem destinatário.

Dizia Pessoa - de quem aprecio alguma poesia mas que me enfada como a pessoa que se descortina depois no "Livro do Desassossego" -  que "as cartas de amor são sempre ridículas". Eram-no especialmente para ele que as escrevia por tédio como, aliás, fazia tudo. As "boas" cartas de amor são aquelas que contam coisas, que são memórias ou diários de vida entre gente que se quer bem e que se entende. Cartas que nos fazem rir, chorar, que nos irritam, que nos desgostam, que perdoamos, que aguardamos, que temos urgência em ver chegar e em responder. As outras, as que surgem como xaradas que há que subentender, que podem ter interpretações diversas, conduzem a jogos extremamente perigosos, ainda quando calculados.  

Choderlos de Laclos, em "As Ligações Perigosas", mostra até que ponto o jogo pode ser estimulante e poderoso. Basta que haja um terceiro - no caso, três é multidão- para que se urda uma imensa teia de divagações de conteúdo.

Contudo, "viver é risco" e escrever para quem não inspira confiança pode ser igualmente estimulante para ambos os lados.  

Um jogo do espírito que se prolonga sem que haja vencedor ou vencido. Que nem sequer interfere com sentimentos. Não mais do que um modo de viver uma relação que, como as crianças, desejamos ver como funciona. 

publicado por petitprince às 23:05
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014
COMMONWEALTH vrs EUROPA

A Inglaterra, que ganhou consciência do seu lugar no mundo na época vitoriana, quando o sol nunca se punha sobre o império britânico, nunca deixa o seu crédito por mãos alheias.

Qualquer que seja a crise, a Commonwealth é de imediato alertada para as potencialidades desse império que se continua na Língua e na cultura britânicas e se fortalece e enriquece numa teia diplomática que só mesmo os ingleses dominam.

É curioso notar como perante a desastrada queda dos dollars a libra tem mantido a sua supremacia em relação ao euro!

Com um pé na Europa, o "coração" espalhado pelo mundo, e o não despiciendo dever de gratidão da alta finança apatrida, a Inglaterra consegue, numa época que parece convocada para a destruição e avessa a tradicionalismos, manter coesa à volta de Sua Majestade a Rainha uma unidade em que o pragmatismo ultrapassa antigos ressentimentos.

 

Com o seu inegualável sentido mundo e das suas circunstâncias, a Inglaterra, a democrática Inglaterra, sabe sempre o que lhe convém a si e aos membros da sua extensa comunidade.

Enquanto a Europa (de que faz parte às vezes...) se autopune de toda a espécie de torpezas cometidas no passado e no presente, e se afoga em miragens de salvíficas, guiada por eventuais timoneiros e  por uma irreprimível tendência para a desagragação, a diplomacia britânica exibe ao mundo o seu bom entendimento com a Escócia e a Irlanda, a Raínha e restantes membros da Família Real visitam os países membros da Commonwealth e, "last but not the least", procede-se a uma espécie de inquérito intercomunitário visando conhecer e decerto avivar o sentido de pertença que essas comunidades revelam relativamente à Commonwealth.

Tudo isto é sublimemente vivido nos grandes cerimoniais da corte, na partilha que através da comunicação social o mundo vive os acontecimentos familiares dos personagens reais. O mesmo se passa com a Igreja Anglicana, exibindo a ricos e pobres a grandiosidade que acha ser devida quando a Deus se dirige, sem que por isso deixe de ter imensas obras caritativas. Mas é um mundo onde tudo, bem e mal, é elegantemente discreto. 

Com todos os defeitos que lhe possamos apontar, a Inglaterra foi um colonizador ímpar e como tal reconhecido pelos povos dos territórios  que dominou, criando laços de dependência e riqueza que persistem. O inverso do que aconteceu com o império português em tudo foi desperdiçado, desde a iniciativa e os trabalhos dos que de um ou outro modo se empenharam na sua construção, até à precipitada descolonização que sacrificou os milhares de famílias a deixarem para trás as suas vidas para "retornarem" a uma metrópole onde muitos deles nunca tinha estado, que deixou que o sangue e a fúria se espalhassem  ao sabor do caos, nos territórios precipitadamente abandonados, que obrigou um pequeno país a integrar uma multidão de pessoas espoliadas que tiveram que recomeçar as suas vidas. Muito daquilo de que nos queixamos hoje, uns e outros, começou aí.

 

Os ingleses não precisam da Europa. Têm um pé em Gibraltar e, apesar de tudo, uma afinidade histórica com a Grécia que lhes garante vigilância atlântica.

Enquanto a Europa caminha sombriamente para um destino incerto, a Inglaterra partilha e celebra a sua grandeza.  

 

publicado por petitprince às 00:06
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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014
DO HOLOCAUSTO À EUTANÁSIA

Quando pensamos em "holocausto" vêm-nos de imediato à memória aquelas imagens horríveis que Eisenhower fez fotografar para que ficassem como imagem e testemunho dos horrores a que podia ser levado o poder selvagem. O conceito remonta à Antiguidade, embora referindo-se  à destruição pelo fogo visto não existirem câmaras de gás. Herodoto, nas suas Estórias, refere vários casos assaz arripiantes.

 

O retomar da prática em pleno século vinte é selvaticamente assustador pelo que tem merecido da parte do povo atingido, tal como por toda a comunidade humana, a maior repulsa e uma insistente rememorização.

Contudo não podemos ignorar que muitos outros holocaustos tiveram e estão tendo lugar sem que tenhamos tempo de fixar as notícias e imagens que nos chegam, devido à celeridade de reposição da informação.

 

Que dizer do que se passa hoje no Médio Oriente ou na R.C.Africana?

 

Só que não se trata do cometimento de acções rigorosamente planeadas e atribuidas a um rosto ou a um sistema, mas de selváticas acções religiosas ou contra-revolucionárias.

Curiosamente as pacíficas instituições saídas do rescaldo das duas grandes guerras do século passado não só se mostram impotentes para evitar tais barbaridades, como nem sequer parecem interessados em procurar os que alimentam os conflitos, quer através do fornecimento de armamento, quer através da infiltração de agentes promotores dos conflitos. 

Mais grave ainda, o facto de o mundo parecer estar a viver um holocausto a fogo lento que tende não só a acabar com uma civilização e os seus mais sagrados valores como com a sua população.

 

Como classificar um processo eliminatório que destrói padrões culturais através da disseminação de programas de entretenimento em que o terror, a sanguinolencia e as práticas sexuais mais grosseiras são temas de excelência? Não será isto um holocausto cultural?

Como consequência deste discreto e insidioso processo, os noticiários - que parecem ter a mesma origem dos programas de entretenimento - relatam-nos "novidades" tendentes a preparar-nos para aceitarmos de bom  grado a nossa própria destruição.

O "avanço" do momento é o alargamento da prática da eutanásia.

Que diferença existirá entre isto o "ideal" hitleriano de eliminar tudo o que não coubesse num determinado âmbito de raça perfeita?

 

Também a demografia europeia se resente com as diversas variantes redutivas da propagação da raça através de invenções que vão desde a invenção da pilula - não conheço o nome do inventor nem sei quem financiou o invento mas foi a bomba atómica das demografias - ; da generosa distribuição de perservativos; da aprovação e assemtimento do aborto; da legalização e defesa das práticas homosexuais - sempre existiram sem que para tal precisassem de consentimento...- que devido à pretensa recusa da petite difference não produzem natalidade: até à actual pretensão do alargamento da eutanásia a crianças consideradas deficientes ou em situação terminal. Custa crer que alguns pais venham alguma vez a usar tal facilitismo. Contudo, no mundo louco em que vivemos poucas coisas nos surpreenderão.

 

Surpreendentemente mesmo é esta anestesia diabolicamente servida através dos mais "inocentes" e apelativos meios - da televisão aos jogos computurizados, em que quem mais matar mais ganha - que vem conseguindo transformar-nos em autómatos, espectadores da extinção de uma civilização cristamente construida e em risco de extinção através da atração das arquiteturas financeiras do dinheiro, dos nossos desleixos, ingenuidades e cobardias que permitem que eternas vítimas assumam o papel de algozes com o benefício do nosso aplauso?

 

A continuar assim  que restará de nós como povo estabilizados na sua cultura, nas suas fronteiras e na sua história?

 

Que restará de nós como Pátria? Que restará da própria Europa como mãe que foi de toda uma civilização? 

publicado por petitprince às 19:46
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010
OS MENSAGEIROS

O mundo não está feliz! Ensinaram-nos a depender de bens que, por serem de tão fácil aquisição, pareciam inesgotáveis e a esquecer que inesgotável é apenas aquilo que vive na grandeza da alma e na profundidade do espírito. 

 

Se alguma coisa de bom pode vir de esta "crise" - e a História ensina que as crises trazem sempre consigo um factor pedagógico - é a disponibilidade para nos virarmos para dentro de nós mesmos, para nos conhecermos melhor a nós e aos outros.  

 

Com fracos recursos e fortes preocupações, há que poupar as nossas atormentadas mentes. A melhor maneira de o fazer é evitar os noticiários televisivos e, especialmente, os jogos florais dos comentadores a soldo. Eles jamais nos trazem qualquer sõlução para os nossos problemas ou qualquer sugestão para o nosso bem-estar. Apenas falam, falam, falam. Dizem-se e desdizem-se ao sabor dos últimos "dados" ou "eventos", gerando a confusão indispensável à necessidade das suas esclarecedoras presenças.

 

FUJAM! Vão passear em jardins e parques, escutem música, frequentem bibliotecas, passeiem-se pela beira-rio, limpem as mentes com actividades gratuitas que as libertem para a função de PENSAR  por si próprias.

 

Acresce que, além de as notícias terem assumido a força de um caudal ameaçador, alguns mensageiros de tão nefastos  acontecimentos e previsões fazem do rosto a imagem da notícia.

Não é, felizmente, o caso de todos! Há rostos bonitos e expressões simpáticas que conseguem amenizar as mensagens. Mas outros são um susto!

 

É o caso dos noticiários da noite da SIC Notícias!

Mário Crespo aparece sempre com o seu característico ar de "missa de sétimo dia", um ar "pesamoso" que deixa desde logo antever o que tem em "store". 

Depois, quando finalmente ele se despede - com o mesmo ar sorumbático de quem não acredita no dia de amanhã - surge no ecrã o rosto de uma bonita  mulher que - sabe-se lá porquê- passou, a partir de uma certa altura, a compor um ar de uma seriedade tão ameaçadora que nos traz à ideia uma das famosas Parcas.

Pelo meio, enquanto não são chamados os comentadores residentes, surge, directamente da Bolsa de N.Y., um comentador de Economia a "dar a entender" que, na circunstância, talvez não fosse mau os accionistas da PT venderem... Com patriotas destes não há banqueiros nem administradores que nos valham!

 

Só mesmo Deus com os Seus Anjos nos poderá valer!

 

 

sinto-me: LIBERTO!
publicado por petitprince às 01:12
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010
ISENÇÂO

A SIC não pára de manifestar a sua isenção! É gratificante  ver como elege as notícias, os momentos, as fotos dos vários intervenientes na vida social! Todos ali são tratados com a maior isenção!Porém, nem assim é possível evitar comentários!

 

Consta - veja-se!- que alegadamente José Adelino Maltez, o sujeito escolhido pela SIC para elogiar Cavaco, é, alegadamente, nem mais nem menos que sogro da filha de Cavaco e,obviamente, avô dos netos dele.

 

Se isto for verdade, que família unida! Falta-nos saber se Maria Cavaco concorre a um segundo mandato de primeira-dama para sabermos se Cavaco a acompanha como Presidente...

  

sinto-me: VENERANDO
publicado por petitprince às 22:10
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007
A GANÂNCIA DA NOSSA INSTÁVEL CONTEMPORANEIDADE

  

Tempo apressado, o nosso, que tudo sintetiza!

 A palavra de ordem é “acumular”. Os individuos acumulam dividas ou fortunas, as empresas fundem-se para acumular, as memórias acumulam-se no computador e na net, as notícias acumulam-se ao ponto de se anularem umas às outras, as pessoas acumulam-se nas cidades – no campo “no passa nada”... -, o lixo acumula-se na proporção do desperdício, acumula-se o saber, o armamento, as tecnologias, o poder. Tudo trazido por um vento “favorável” que, no caminho, deixa regiões desertas e populações devastadas!

É a Ganância das OsPA, das “joint ventures”, do “real estate”, das audiências, de tudo o que seja possível acumular em mínimos de tempo e de espaço. É a despudorada Ganância da nossa Instável Contemporaneidade!

publicado por petitprince às 21:59
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